Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Fome: problema agrava-se em Portugal
Responsáveis de organizações humanitárias portuguesas prevêem um quadro de fome em Portugal ainda mais grave do que o actual devido à subida em curso dos preços dos principais bens alimentares, noticia a agência Lusa.
«A situação é preocupante», alerta Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome, organização que no ano passado ajudou mais de 232 mil pessoas carenciadas em todo o país e se prepara para realizar mais uma campanha de angariação de alimentos no próximo fim-de-semana.
A responsável apela, por outro lado, à «serenidade» para «evitar corridas ao mercados» e à acumulação de bens alimentares que tem como consequência fazer disparar ainda mais os preços.
«As pessoas estão com a corda ao pescoço», afirma o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), uma estrutura que em Portugal apoiou mais de sete mil pessoas em 2007 através dos oito centros Porta Amiga que tem nos principais centros urbanos do país.
Em declarações à agência Lusa, Fernando Nobre atribui esse facto ao endividamento das pessoas, «aliciadas pelos bancos», o que teve como consequência o «empobrecimento da classe média».
Dois milhões de pobres em Portugal
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística em Outubro de 2007 calculavam em dois milhões o número de pobres em Portugal, o que equivale a um terço da população entre os 16 e os 64 anos.
Isabel Jonet, também contactada pela Lusa, destaca, entre os diferentes cenários de pobreza o que é constituído pelos idosos, que além da alimentação têm ainda um grande encargo com medicamentos.
«Como não podem deixar de tomar os medicamentos, acabam por comer menos», o que acaba por os colocar no grupo cada vez maior da população portuguesa que necessita de ajuda alimentar, sustenta a mulher que lidera a estrutura constituída por 13 bancos alimentares que recolhem bens doados e os distribuem através de instituições de solidariedade.
Salário não chega para as despesas
Isabel Jonet salienta ainda o aumento de pedidos de auxílio vindos de pessoas que têm emprego, mas cujo salário já não lhes chega para pagar as despesas correntes.
Os números da AMI, por seu lado, indicam 85 por cento das pessoas que recorrem à organização vão à procura de ajuda alimentar e, dessas, 90 por cento dizem que o fazem por razões financeiras, disse Fernando Nobre.
O médico que dirige a organização presente já em mais de 40 países de todo o Mundo considera que a questão só se resolve com a participação de toda a sociedade, desde os indivíduos até às instituições e às empresas.
«Apelo a toda a sociedade para que não caia no facilitismo dos lucros», afirma, salientando o papel das empresas, de quem reivindica mais responsabilidade social.
«Só tornando a questão [da pobreza] uma causa nacional é que se pode inverter a situação», insiste Fernando Nobre.
UFCDNº2 IDENTIFICÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS DR2
| Posto de Trabalho | Actividades | Maquinas e Equipamentos | Tipos de risco | Descrição de Risco | Medidas correctivas/Preventivas |
| Cozinha | Trabalhar com maquinas, picadoras | Picadora | Esmagamento de membros superiores | No acto de picar carne | Usar o batuque para empurrar a carne |
| Cozinha | Fazer molhos e sopas | Fogão | Queimaduras | Ao fazer a sopa ou molhos quentes existe perigo de cair no corpo e queimar | E recomendado usar luvas e batas ou vestimentas compridas. Para não se queimar |
| Cozinha | Fritar batatas | Fritadeiras | Queimaduras | Ao fritar as batatas ou peixe ou ate panados, existe o perigo de saltar óleo quente ou queimar | Usar protecção, individual (epis) |
| Cozinha | Limpeza Geral | Uso de produtos químicos | Queimaduras das via respiratórias, mãos e corpo | Ao manusear produtos químicos, alcalinos ou ácidos. A mistura destes provoca vapores tóxicos. | Uso de epeis, ee nunca se deve misturar os produtos incompatíveis. |
Poesia do Henrique (Deja vu)
É urgente Paz.
É urgente cuidar mais.
É urgente conservar as palavras
O amor, companhia, amizade, algumas esperanças
E nenhumas espadas.
É urgente inventar alegria multiplicar os beijos, e os jardins.
É urgente plantar rosas e rios e manhãs claras.
Levanta-se a alegria dos meus ombros lindos.
E daí a luz pura.
É urgente paz é urgente, e sou capaz.
Poesia do Henrique (Deja vu)
É urgente Paz.
É urgente cuidar mais.
É urgente conservar as palavras
O amor, companhia, amizade, algumas esperanças
E nenhumas espadas.
É urgente inventar alegria multiplicar os beijos, e os jardins.
É urgente plantar rosas e rios e manhãs claras.
Levanta-se a alegria dos meus ombros lindos.
E daí a luz pura.
É urgente paz é urgente, e sou capaz.
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